
pessoas desaparecidas em Jalisco quando a equipe chegou à capital do estado.
FANTÁSTICO APRESENTA MÉXICO, JUNHO DE 2026
No país mais perigoso das Américas para a imprensa, o jornalismo continua indo a campo.
Em alguns lugares, uma pauta começa antes da polícia chegar e termina muito depois de a câmera ser desligada.
Durante 24 minutos, Caco Barcellos, Daniel Zampolo e Sara Pavani acompanham profissionais que trabalham entre cartéis, autoridades, medo e silêncio.
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pessoas desaparecidas em Jalisco quando a equipe chegou à capital do estado.

gravados em um antimonumento à violência contra a imprensa.
homicídios ocorreram na região durante os dois dias acompanhados pela equipe.
Dados e contexto apresentados no episódio 1 da série.
Toque ou passe o cursor sobre cada relato.
Culiacán, Sinaloa
Diante da violência, repórteres locais fizeram um pacto: chegar juntos, trabalhar juntos e sair juntos de cada ocorrência.
“Fizemos um acordo para a gente se proteger, se cuidar e trabalhar em segurança.”
Nanchital, Veracruz
Roxana Guzmán cobria notícias policiais. Dez dias depois de seu sequestro, a busca terminou com a localização de seus restos mortais.
“Conforme vamos nos aprofundando na história, o lado humano sempre pega.”
Arredores de Guadalajara
Mães e familiares atravessam casas abandonadas com ferramentas simples, procurando sinais de quem o Estado ainda não encontrou.
“Quando você fala com as famílias que sofreram tanto, você entende muito melhor.”
Casa segura, local oculto
A equipe troca de carro e desliga a gravação. Dentro de uma casa usada pelo cartel, a entrevista começa sob regras que não pertencem aos jornalistas.
“Meu plano é entrar com a mente fria, a mente aberta.”
A pergunta que fica
Depois das ameaças, do medo e das perdas, a resposta não é heroica. É humana: estar perto o bastante para compreender e contar.
“É preciso estar no lugar dos fatos, chegar, sentir o cheiro, conhecer, ver.”





01 / 05Diante da violência, repórteres locais fizeram um pacto: chegar juntos, trabalhar juntos e sair juntos de cada ocorrência.
“Fizemos um acordo para a gente se proteger, se cuidar e trabalhar em segurança.”
02 / 05Roxana Guzmán cobria notícias policiais. Dez dias depois de seu sequestro, a busca terminou com a localização de seus restos mortais.
“Conforme vamos nos aprofundando na história, o lado humano sempre pega.”
03 / 05Mães e familiares atravessam casas abandonadas com ferramentas simples, procurando sinais de quem o Estado ainda não encontrou.
“Quando você fala com as famílias que sofreram tanto, você entende muito melhor.”
04 / 05A equipe troca de carro e desliga a gravação. Dentro de uma casa usada pelo cartel, a entrevista começa sob regras que não pertencem aos jornalistas.
“Meu plano é entrar com a mente fria, a mente aberta.”
05 / 05Depois das ameaças, do medo e das perdas, a resposta não é heroica. É humana: estar perto o bastante para compreender e contar.
“É preciso estar no lugar dos fatos, chegar, sentir o cheiro, conhecer, ver.”
22:49 A RESPOSTAAs balas passavam zunindo pela minha cabeça, mas nunca perdi o autocontrole para seguir informando.
Jornalista local, sobre um confronto em 2019
O vídeo só começa quando você escolher. Legendas e controles de áudio estão disponíveis no player.

O segundo episódio acompanha a tecnologia que redesenhou a linha de frente e os brasileiros que chegaram até ela.
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